sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ala feminina


Uma reunião entre mulheres ao som do tic tac. Assim vai ser o dia 14 de agosto, data em que será realizado o meu chá-do-relógio. Nada de chá de cozinha, chá bar, chá ferramenta ou chá de lingerie. A regra aqui é mexer com a imaginação das meninas e fazer da tarde de sábado um momento de brincadeira, de descontração.

Funciona assim: em cada convite tem uma hora determinada e você vai me presentear com algo que eu possa usar neste período do dia. Pode ser algo para a casa, para o trabalho ou para o casal. Não é complicado, é só pensar um pouquinho.

Vamos aos exemplos. Quem ficar com a meia-noite pode dar uma máscara para dormir, conjunto de lingerie ou óleo de massagem. Ou então, se no seu convite está escrito 15 horas, você pode escolher um bule de café. Se for 20 horas, uma pantufa para o casal; 6 horas, bandeja para café da manhã; e 7 horas, tapete para banheiro ou conjunto de xícara para o casal...

Então garotas, anotem na agenda: dia 14 de agosto, às 16 horas. O convite já ficou pronto e vou entregar ainda neste final de semana. Só lembrem, por favor, de confirmar presença. Beijo.
Não posso deixar de agradecer a minha irmã, que tem dado toda a atenção para a organização deste evento. Já perdeu horas e horas buscando inspiração na internet. Até brigar nós já conseguimos por conta do chá. Não que isso seja uma novidade...rsrs. E claro, um beijo especial na minha mãe querida. Junto com a Chella tem dado ótimas idéias e será peça fundamental no dia. Mãezinha é assim, colada na cria. É por isso que amoooo.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Lista de Presentes

Queridos,
como algumas pessoas pediram segue abaixo a lista de presentes. Colocamos na Dadalto e na Eletrocity. É apenas uma sugestão, considerando que só podíamos optar por aquilo que há nas duas lojas. Ah! Para entrar no link é necessário colocar o nome dos noivos. [post da Chelle]

www.eletrocity.com.br (Michelle e Carlos Augusto)

http://www.listasdadalto.com.br/cgi-bin/lista.pl?acao=montaTelaMenu&lista_id=100433913

domingo, 18 de julho de 2010

Pouco tempo. Faltam dois meses!


Hoje é domingo, 18 de julho de 2010. E isso significa que só faltam dois exatos meses para o meu casamento. Eu sempre achei que essa data fosse mexer comigo e de fato isso está acontecendo. Eu já comecei a entrar em pane e o estresse está bem alto. Não passo uma semana sem brigar com o Guto ou com alguém da patota. Se eu pudesse fecharia os olhos e ao acordar já seria 18 de setembro.

Sei que não é fácil aguentar uma noiva medrosa e principalmente perfeccionista. Ninguém merece ter que me ouvir falar dez vezes a mesma coisa. Não é interessante receber inúmeras ligações pedindo para saber se dessa forma ou daquela é melhor. Não é bom mesmo, eu assumo. Mas não faço por querer. Nunca me senti neste estado. O casamento não sai da minha cabeça.

Tem dia que dá vontade de pegar na mão da minha irmã e da minha mãe e prendê-las no meu quarto para conversarmos sobre esse tal de enlace. Eu confio demais nessas mulheres, mas ao mesmo tempo acabo deixando as duas nervosas comigo tamanha é a minha chatice. A minha cabeça está dando um nó.

Quando paro para pensar que daqui a alguns dias vou estar casada e morando sem meus pais meus olhos se enchem de lágrimas. Será que eu posso levá-los juntos? Quando reflito sobre a possibilidade de passar alguns dias longe da minha irmã meu coração aperta tanto que chega a me faltar ar.

E o que falar da ausência do barulho que o meu irmão faz de madrugada? Ou então das perguntas sem pé nem cabeça? Rsrs...O meu outro irmão já mora fora de casa há muito tempo, porém vou sentir falta também. Aqui em casa sabia que podia dar um grito que ele vinha correndo.

Todos são assim, especiais e já estão me deixando com saudade. No entanto, é preciso mudar e seguir a caminhada. Enquanto o dia do casório não chega é bom tratar de resolver o que falta. Então, vamos que vamos.

sábado, 17 de julho de 2010

Finde movimentado – Apartamento e convite

Hoje eu e Guto tiramos o sábado para ver alguns apartamentos para alugar, já que o imóvel que compramos só fica pronto em 2012. Olhamos oito, e nos apaixonamos por um. É claro que tinham outros bons, mas achamos caros para o tamanho. E o escolhido, até o momento, está bem na balança.

O mais interessante de tudo é que a cozinha já tem um bom armário, assim como o banheiro. E fora que tem espaço para o meu filhote Tico andar pra lá e pra cá sem ser pisoteado por nós. Outro ponto positivo é que o apartamento é bem iluminado. Mas, muita calma!! Mesmo com tanta coisa boa, ainda não resolvemos se vamos ou não fechar contrato. Iremos pensar mais um pouquinho.

Ah! Depois de passar horas entrando e saindo de edifícios, ganhamos fôlego para cumprir a outra meta do dia. Fomos entregar os convites para a calígrafa. Horas bem movimentadas e felizes para essa noivinha aqui que não vê a hora do casamento chegar.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Você é meu convidado

Pessoal,

Hoje passei só para dar mais uma notícia: os convites do casamento chegaram. São lindos!!! Fiquei orgulhosa de mim e do Guto. Como estou muito cansada do trabalho não vou escrever muito, mas garanto que em poucos dias vocês vão estar com um deles.

O momento agora é de enviar os convites para a calígrafa. Ela será a responsável pelo toque final. Depois é só distribuir um por um e curtir este momento único. Vou ter que percorrer alguns quilômetros, já que muitos dos convidados são de Cachoeiro de Itapemirim. Estou ansiosa por isso.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Casamento civil agendado: 27 de agosto


Esta última semana foi movimentada. Em poucos dias tive que resolver muita coisa do casamento. Isso sem contar que meu pai estava internado e Guto fora do Estado por dois dias. Precisei me dividir em três para dar conta da lista de pendências. Guto, assim que chegou de viagem me ajudou.

A minha maior dor de cabeça foi o casamento civil. Por alguns momentos achei que não daria mais tempo de subir ao altar. Eu, simplesmente, esqueci que na minha igreja é obrigatório casar no civil quinze dias antes do religioso. Tanto tempo assim de diferença é para que dê tempo de fazer o juramento com o padre.

E já não bastasse o meu nervosismo por conta do prazo, o Guto ainda me surpreendeu ao dizer que desde 1990 não tinha mais a certidão de nascimento original. Para os desinformados de plantão, de preferência aqueles que nunca pensaram em casar, este documento é obrigatório.

Assim que recebi esta noticia desabei a chorar. O Guto não acreditou na minha reação. Não chorei para fazer drama e muito menos para deixar qualquer pessoa magoada ou brava. Eu só derramei lágrimas e lágrimas pelo simples fato de pensar na possibilidade de ter que desmarcar tudo. Mas um anjo caiu do céu (minha cunhada querida Lívia) e me ajudou a resolver o problema. Ela conversou com a minha sogra e descobriu que a tal certidão estava guardada, assim como uma mágica. Oh raiva e alívio que senti em exatos sessenta segundos.

Depois de conseguir o documento, o jeito era encontrar um cartório para fazer o processo em curto prazo. Liguei para váriossss lugares e achei. O cartório Sarlo, em Vitória, salvou a minha vida e o meu casamento. Rrsrs. No mesmo dia pedi ao Guto para ir lá. Ele entregou a papelada necessária e agendou o dia do casamento civil. Será no dia 27 de agosto. Iup!!!

Nesta confusão generalizada eu só não fiquei pior porque minha amiga de infância - e para todas as horas - Helen me socorreu no mínimo umas dez vezes. Eu ligava para ela toda hora para pedir help. É que essa bonita aí trabalha no cartório de Laranjeiras e está por dentro de tudo. Não sei o que seria de mim sem esta friend. Obrigada!!!!

Nos últimos dias decidi outros detalhes deste tão sonhado enlace, mas minha cabeça não me permite lembrar neste exato momento. Eu passei tanto sufoco que acho que deu branco geral. O importante é que está tudo sendo encaminhado, mesmo que algumas coisas na correria.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Lembrancinhas – ponto resolvido

Mais uma boa notícia. As lembrancinhas dos convidados chegaram!!! Mamãe me ligou quando estava no trabalho para avisar e eu fiquei muito feliz. Quem viu primeiro a peça foi minha irmã. Ela não perdeu a chance e abriu as caixas para dar uma espionada. Eu mesma só vi no outro dia pela manhã. Conferi peça por peça. É claro que umas cinco unidades ficaram prejudicadas por conta do transporte, mas de maneira geral deu tudo certo. Nesta tarefa Dona Maristela precisou me ajudar. Agora é só esperar o casório chegar para juntar a patota para cuidar dos últimos detalhes da lembrancinha. É pouca coisa, mas como a quantidade é grande dá um bucadinho de trabalho.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Aos poucos o apartamento ganha vida


A coisa tá ficando séria. Eu já tenho comida congelada para quando casar e agora tenho uma geladeira para armazenar os alimentos. Rsrsrs. É presente dos meus queridos sogros, José Carlos e Marilene. Este casal me recebeu de braços abertos desde o primeiro dia em que os encontrei. Marilene sempre disposta a ajudar e atenciosa. Daquelas sogras que temos como amiga, seja para passear ou para pedir um help. José Carlos é o sogro que pedi para Deus. Ele me estendeu a mão quando mais precisei (jamais vou esquecer).

Bom... O presente foi dos meus sogros, mas eu e Guto é que escolhemos o modelo. Fizemos isso nesta sexta-feira. A geladeira é linda. É do jeito que eu queria. É frost free e inox. Vai ficar perfeita na minha cozinha. Tudo bem que vai demorar muito até nós irmos para a nossa verdadeira casa, mas até lá ela vai dar um up no apartamento alugado. O post de hoje é isso. Obrigada sogros pelo presente. Nós adoramos!!! Amo vocês!

[Ah! Hoje não vou escrever muito porque estou cansada e preocupada com a cirurgia que meu pai vai fazer neste sábado. Ele vai colocar uma prótese no fêmur. Sei que tudo vai dar certo, mas é preciso tomar cuidado. Meu pai é um super homem, com direito a capa e tudo. Já, já ele vai estar de volta. Estou na torcida.]

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Sem casa (por enquanto), mas com comida


Sim, eu tenho os melhores pais do mundo. Hoje cheguei do trabalho e encontrei com Dona Maristela na cozinha. Tudo bem, até então não tem nada demais. Ela é uma cozinheira de mão cheia e é comum vê-la nesse cômodo da casa. Mas quando fui olhar o que ela estava preparando percebi que a presença dela ali estava diretamente ligada ao meu casamento com o Guto.

Não entenderam?! Mamãe estava preparando comidas que podem ser congeladas para eu e Guto levarmos para o nosso apartamento, assim que casarmos. Isso mesmo! Pode parecer brincadeira ou coisa de mãe coruja, mas não é. Essa figurinha aí fez isso no casamento da minha irmã Chella com o Xande e resolveu repetir a dose.
Como ela já estava na fase final quando cheguei, só consegui descobrir alguns dos pratos. Sei que tem panqueca e até estrogonofe, com direito a dicas de preparo. Delícia, delícia. Ah!! Eu prometo que não pedi nada disso. Mamãe fez porque achou que devia fazer. É sério!!

O engraçado foi ver meu pai circulando pela cozinha e já com vontade de soltar uma daquelas. E ele fez isso. Não perdeu tempo e foi atrás da mamãe para saber o que era aquela quantidade de marmitas sobre a pia. Quando soube começou a rir. O motivo da risada eu nem sei bem. Quem sabe é porque ele reconhece que as comidinhas são uma ótima pedida considerando que só sei fazer doce. Rsrsrs. O Guto sabe cozinhar bem, mas eu até agora sou um desastre. Bom, viva para a comida congelada!!

[Neste post quero aproveitar e reafirmar o amor que sinto pelos meus pais. Sou uma filha apaixonada pelo senhor Duda (José Reinaldo) e pela senhora Maristela. Essa dupla é responsável por me dar força e por me fazer rir diariamente. Amo vocês para sempre].

sábado, 26 de junho de 2010

Vestido da daminha (a troca)


Mudança de planos. Não sei se estão lembrados, mas há algum tempo postei um texto para contar sobre a escolha do vestido da minha daminha. Pois é, esqueçam. Precisei trocar o modelo, a cor, ou melhor, tudo do vestido. O motivo vocês vão conferir no dia do casamento.

Para resolver o problema fui mais uma vez ao Centro da cidade em busca do vestido ideal para a pimpolha Eduarda, a daminha. Junto, claro, estava ela, minha irmã Chella e mamãe. Como eu já tinha passado por esta experiência, imaginei que fosse fácil. Mas não foi. A Eduarda teve que provar vários modelos até nós decidirmos.

Já estava perdendo a esperança e a paciência. Chella e eu até sentamos no chão da loja para ganhar fôlego. Já mamãe tentava controlar a vontade da Duda de fazer xixi. Toda vez ela resolve pedir para ir ao banheiro na hora de provar o vestido. Rsrsrs.

Depois de uma pequena pausa, a vendedora nos mostrou um último modelo. E foi com ele que resolvemos ficar. A Duda ficou uma bonequinha. Agora sim a entrada dela vai ficar perfeita. Chega de trocas, né?! Ponto pra mim.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Faltam 3 meses!!


Que felicidade! Assim que levantei na manhã de hoje me senti diferente. Eu andava pra lá e pra cá com a sensação de que não estava lembrando de algo muito importante. E foi num piscar de olhos que conclui: faltam só três meses para o meu casamento. É só escrever, pensar ou falar no pouco tempo que falta para subir ao altar que meu coração acelera. Sem exageros e melancolias, claro. Só quem passa por momentos assim deve compreender o peso desse sentimento.

Eu só tenho 26 anos e me caso ao completar 27. É muita informação para minha cabeça. Nunca morei sozinha e nunca passei um mês longe dos meus pais. As minhas viagens mais longas se transformaram em lágrimas na volta. Até mesmo quando viajo com Guto e passo uma semana fora, no terceiro dia já me enfio debaixo das cobertas e choro. Como vai ser daqui pra frente então? Não sei.

O Guto brinca comigo e diz que vou sofrer muito por conta da ausência da minha família. Talvez eu sofra mesmo. Mas ao mesmo tempo vou me sentir protegida por estar ao lado de quem escolhi pra mim. Vai ser bom chegar em casa e ter o abraço de boneca (uma brincadeira antiga de namoro), um cheiro estilo Tico e um beijo, assim como o primeiro da nossa relação. Vai ser gostoso dar bom dia e boa noite para a pessoa com quem vou dormir para o resto da minha vida.

domingo, 13 de junho de 2010

Sim, noivos pela segunda vez!



Amigos reunidos, velas acesas, pratos sobre a mesa, talheres colocados em ordem e taças em sintonia com as bebidas servidas. O cenário montado na casa da minha irmã Michella era, até então, em comemoração ao Dia dos Namorados. Tudo foi planejado para ser uma daquelas datas importantes celebradas entre pessoas queridas. E foi. Mas antes do jantar ser servido algo surpreendeu a todos nós, principalmente a mim. O Guto roubou a cena com um segundo pedido de noivado.

Receber um pedido de noivado já é algo que mexe com qualquer um de nós, mas pela segunda vez foi mais do que surpreendente. O Guto começou a falar e eu fiquei olhando com cara de pastel porque simplesmente não estava entendendo nada. Ele abaixou, tirou as alianças da meia (o melhor lugar que ele encontrou para esconder) e me entregou. Foi uma gritaria. A Michella gritava e tremia, a Carol (amiga/irmã) chorava e os meus cunhados Alexande e Fernando ficaram com caras de bobos.

O Guto me deixou confusa e me tornou a menina mais feliz do mundo. Ele só não tem ideia do problema que nos arrumou porque ficamos noivos entre amigos/familiares, sem nossos pais. E agora não sabemos como contar para eles. Não que isso mude muita coisa. Já estamos de casamento marcado mesmo. O fato, independente de qualquer coisa, é que vamos levar um belo puxão de orelha. Chuchu, obrigada por estar ao meu lado. É para sempre!

Modelito do noivo


Esta semana foi daquelas. Entre a correria da vida profissional, eu e Guto precisamos arrumar tempo para decidir algumas coisas do casamento. Estava quase em pânico quando a vi a lista das minhas pendências. Um dos itens são detalhes, mas daqueles que fazem uma diferença tremenda. Ou seja, tem que resolver e ponto final.

No sábado, eu, Guto e minha irmã Michella fomos escolher a roupa do noivo. Sim, a roupa do noivo. Nada de véu e grinalda, apenas terno, gravata e calça. Antes de chegarmos à loja o Guto já comentava que queria algo diferente. Chegou a cogitar a usar terno azul, assim como o goleiro da seleção Julio Cesar usou no dia seu casamento. Ele só podia estar de sacanagem, e estava né.

Meu Guto se comportou e até ajudou na escolha. Achei que ele fosse deixar a decisão por nossa conta (mesmo que a palavra final seja da mulher...rs), mas opinou e me encheu de orgulho. Entre uma prova e outra chegamos num consenso e fechamos contrato. A roupa ficou perfeita!! Não vejo a hora de encontrar com ele no altar e falar sim. Ponto pra nós.

Acordes


Música é com Guto, admito. É ele quem entende e sabe se uma pessoa toca bem ou não toca. É ele quem sabe se alguém canta bem ou não. Eu posso até fazer comentários, mas não sei analisar a parte técnica que neste caso é fundamental. Então, escolher os músicos da cerimônia religiosa foi um trabalho feito em parceria.

Estudamos alguns nomes de profissionais que admiramos e optamos por um casal (segredo). Escolha feita, contrato assinado. Outro ponto pra nós. Nesta semana, precisei muito da ajuda do Guto para dar conta da demanda do casamento. Definitivamente não conseguia resolver tudo, fazer escolhas, fechar contratos e fazer pagamentos.

O convite

Essa era uma das minhas principais preocupações. Todo mundo sabe que uma gráfica precisa de tempo para confeccionar os convites e a calígrafa mais outros tantos dias para escrever nos envelopes. Se o problema fosse a arte até me perdoaria, mas o problema neste caso era a falta de tempo de ir ao encontro de quem quer que seja e assinar o contrato.

Depois de um bom tempo eu e Guto conseguimos conversar com a Shirley (a mesma que fez os convites da minha irmã) e decidimos o modelo. Logo na saída o Guto comentou: achei que você fosse demorar, mas até que foi rápido. Bom pra nós dois. Após a escolha, ficamos de enviar o texto do convite. Fizemos isso no domingo e já vamos fechar o contrato. Logo, logo todos vocês vão receber o convite em casa. Mais ponto.

Recordação

Fazer ou não fazer? Eis a questão. Sempre fiquei na dúvida entre dar lembrancinha de casamento. Acho interessante, mas ao mesmo tempo acho desperdício se for algo que a pessoa não use. Por mais criativa ou simples que a ideia seja ela pode ser desastrosa.

Depois de muito conversar com o Guto e a patota optamos por uma. Me deu um pouco de trabalho para fechar o contrato porque a empresa não é do ES e eu odeio fazer as coisas por telefone. Como é difícil se comunicar assim. Mas, mesmo com os momentos de raiva que uma noiva passa, deu tudo certo. Já negociei e mandei confeccionar a lembrancinha. Só não posso dar detalhes.

domingo, 6 de junho de 2010

Como comentar??

Queridos, constantemente pessoas me dizem que não conseguem comentar no blog. Então vai a dica: escolha a opção anônimo e escreva o recado. Depois, é claro, você coloca seu nome para sabermos quem escreveu. Rsrsrs. Mas se você tem orkut, também pode escolher a opção google. É só colocar seu login e senha do orkut e pronto. Espero ter ajudado! Beijos.

sábado, 22 de maio de 2010

Sem palavras


Coincidência? Hoje na volta do trabalho comentei com uma amiga que provavelmente não teria lua de mel. Até então eu e Guto tínhamos outros planos e a viagem seria deixada mais para frente. No máximo iríamos para um lugar aqui pertinho para desligar geral da rotina e curtir os primeiros dias de casados. Mas acreditem: estes planos fazem parte de um passado recente. Assim que cheguei em casa minha irmã me ligou e pediu para eu abrir o blog. E olha a mensagem postada:

michella disse...

Chelle e Guto, estamos escrevendo nesse momento para entregar um dos nossos presentes: A lua de mel! Estamos felizes por poder oferecer esse presente a vocês. Pedimos a Deus que abençoe essa união e que vocês possam ser muito felizes. Ah, a Lua de Mel será em Paraty (RJ), na Pousada Dom Ângelo (www.pousadadomangelo.com.br), na Suíte Vermelha.

Vocês vão entrar na Pousada no dia 20/09/2010 e deixarão o belo local em 24/09/2010, isso mesmo são 4 dias de puro lazer, e visitas a: cidade histórica, parques e belas praias de águas claras. Amamos você! Ah, o nosso carro estará à disposição de vocês para a Lua de Mel. Tomara que vocês gostem! Bjos ao casal. Michella (gêmea) e Alexandre (cunhado).
22 DE MAIO DE 2010 20:03

Depois de ganhar um presente como esse (que é acima de tudo uma grande demonstração de amor) fiquei sem palavras. E ainda estou. Chella e Xande, OBRIGADA POR TUDO. Vocês são fundamentais em minha vida. Vocês são meus queridos, amigos, cúmplices, protetores e ANJOS DA GUARDA. Agora sim eu posso dizer: vou ter lua de mel. E olha que é para um lugar que sempre sonhei em conhecer.

Aí vou eu Paraty!!!!

[Na foto: eu e Guto com os protagonistas do dia, Xande e Chella]

sábado, 15 de maio de 2010

Os vestidos da patota

Neste sábado foi o dia da patota se reunir para escolher o vestido da Michella, minha irmã. No carro a conversa era paralela, as três falavam ao mesmo tempo, e todas querendo chegar num denominador comum. Na primeira loja não encontramos nada de interessante. Tudo muito chamativo e pouco bonito.

Na segunda, na Suzana White, entre muitas peças ficamos na dúvida entre duas. Como fazemos de costume, a Chella provou um e eu provei o segundo. Tem jeito melhor de tirar a dúvida de qual vestido levar para casa? Somos gêmeas, ué. Não precisamos de espelho, somos o próprio espelho uma da outra. Quem estava na loja não entendeu nada, claro. Mas como tornamos estes momentos sempre muito divertidos, o pessoal entrou no clima e opinou.

Mão na cintura, olha daqui, olha dali, comentário de cá e comentário de lá, a Chella digitou as senhas do cartão e comprou o vestido. Mais um ponto para mim, ou melhor, para nós. Desde o início do ano estávamos procurando a roupa dela para o casamento, mas não tivemos sorte nesse período. Hoje sim, muita sorte. Minha mana ficou lindíssima e corre o risco de tirar meu brilho. Rsrsrs.

A escolha do vestido da mamãe também não foi fácil. Mas como digo por ai que acho que Dona Maristela nasceu prematura, o dela foi comprado em dezembro. Ela saiu de casa sozinha e foi para a Tons. Achou uma roupa e logo ligou para saber a minha opinião. O problema era a impossibilidade de emitir qualquer “sim ou não” sem ver o vestido. Pedi para que ela tivesse paciência e esperasse eu e a Chella chegarmos do trabalho para confirmar a compra. Horas depois do telefonema, minha irmã foi para lá. Eu, atrasada, cheguei em seguida. Festa de novo. Mamis provou o vestido e nós adoramos. Cheque assinado.

Os detalhes? A cor do vestido da mamãe é castor e o da Chella é fuscia. Entranho, né? Mas na área da moda tudo pode, o que não pode é deixar de inventar.

Quatro meses. Iup!!!


Toda menina tem um livro predileto. Quando pequena, o meu favorito era o da Branca de Neve e os sete anões. Lembro até hoje que ele tinha uma capa toda brilhosa com bonecos em movimento. Era fantástico e mexia com a minha imaginação. Entre quatro paredes, deitada na minha cama, lia e relia a cena do beijo entre o príncipe e a menina cor de neve.

A história era apaixonante, mas no fundo durante boa parte da minha existência não achei viver uma semelhante. Tanto é que por muitas vezes disse para minha mãe que juntaria ou simplesmente namoraria para o resto da vida. Coisa da minha adolescência. Hoje, acredito que o que eu queria mesmo, no fundo, era construir uma família e ter aquela sensação gostosa de chegar em casa e encontrar o marido. Pois bem. Se tinha algo que podia ser coisa de contos de fada, deixou de ser. Tenho sim o namorado que todo mundo sabe quem é e agora falta pouco para a minha história virar realidade. Restam apenas quatro (QUATRO) meses, marcado no calendário, para cuidar dos detalhes da cerimônia e da festa. Entrei na contagem regressiva e não vejo a hora de chegar logo o dia.

Ao contrário do Guto não tenho nenhuma vergonha de caminhar sobre o tecido vermelho. Fui no mínimo cinco vezes dama de honra. Nessa matéria sou PHD. Andar diante de muita gente – cada um com seu modelito festa e com os olhos todos voltados pra mim - só vai me dar a certeza de que enfim estarei realizando o meu sonho. Até acho que vou ficar com as mãos tremendo, mas qual é o problema? Nenhum. Com vergonha ou sem vergonha da minha parte ou do Guto, não dá mais para fugir.

{Só uma observação. Esta semana não é especial só por conta dos quatro meses que faltam para o casório. No dia 16 faz um ano que nós nos reencontramos [época da frase “ela é mulher da minha vida” – eita coisa boa de ouvir]. E mais, no dia 17 é aniversário do meu amor. Então, 16, 17 e 18 são datas para serem comemoradas com uma taça de champanhe e um copo de cerveja, claro.}

segunda-feira, 10 de maio de 2010

E quem um dia irá dizer...



Cof cof, bora postar aqui!

Nunca casei antes, nem em sonhos. Quando pequeno fui pagem por duas vezes. Sempre tive muita vergonha e nunca consegui me imaginar entrando numa igreja para casar. Aquelas pessoas me olhando e sorrindo enquanto atravesso o longo tecido que cobre o chão da igreja sempre me deu vontade de sumir dali. Aprendi desde criança que meninos brincam de carrinho e jogam bola, e meninas de bonecas e casinha. Nunca sonhei com vestidos de noiva. Nem com grandes comemorações nesse sentido. Ser o tema principal da festa nunca foi meu foco. Sempre sonhei em ser médico, psicólogo ou empresário. Aprendi que não dá pra ser somente aquilo que já pensamos ser. Pode ser que apareça algo diferente, um novo desafio! Quem sabe? Ah! já pensei trocentas vezes o que faria se ganhasse uns 10 milhões na loteria! Esses são meus pensamentos mais interessantes. Viajaria, compraria casas e ajudaria a família. Ao final do meu longo planejamento, compraria uma bola de futebol. Sei lá por que! Talvez pra me lembrar daquele menino que tinha vergonha de tudo quando pequeno.

Numa dessas de ter vergonha e de fazer algo que nunca me imaginei fazendo (ser professor de matemática) que conheci por acaso uma colega de sala do Flávio. Aquele amigo desajeitado e engraçado que todos tem, no meu caso é o Flávio. Ela chegou, deu um oi de longe. Respondi oi. bla bla bla da monografia do Flávio... Mais tarde, saindo da aula de sexta feira (tinham 3 alunos da turma de supletivo no ultimo horário) resolvi sair de lá e ir direto para a mesa de reuniões oficial dos estudantes da Grande Vitória, a rua da lama. Chegando lá estavam todos sentados numa área aberta, e estava por chover, quer dizer, choveu! E todos se foram para o outro lado da Rua (eu fui junto) para se sentar numa parte coberta, e nesse rearranjo que acabei conhecendo uma estranha pessoa.

Alguns submarinos depois, saí em busca de um tranquilizante mental. Notaram minha falta... Essa foi a deixa... e bla bla bla caiu! Meses depois percebi que ao lado dela, não teria vergonha de atravessar rapidamente o longo tapete. Como nem tudo são flores nessa vida, em abril do ano passado, reafirmei com toda a convicção. Ela é a mulher da minha vida! Agora é hora de apertar a gravata. Ainda nem escolhi minha roupa, enquanto a patota já acertou quase tudo! [elas são profissionais] Mas a gravata acabo de escolher! Uma pequena gravata de 2 metros que ví no evento CASAR esse final de semana. Servirá para arrecadar fundos para a Faculdade do Tico!

Enfim, ainda não vi sapato, roupa, cueca e nem nada! Concordei com quase tudo até agora! Mesmo porque, o sonho da noiva deve ser intacto! Noivos são coadjuvantes. E acreditem, eles nem disputam o Oscar por isso. Apenas a sensação de ver a mulher da vida deles entrar, vestida de noiva é claro!, pela porta da frente da igreja já faz com que o sonho seja real antes de ser sonhado. E o melhor, Ao vivo!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Isso é vida


Eu tenho duas famílias. Sou uma menina de sorte. Se eu fizer a conta, com apenas 26 anos já tenho um batalhão de gente vivendo ao meu lado e a certeza de que nunca mais estarei sozinha. Uma família, claro, é a minha de sangue. Éramos seis, e agora somos doze. Quem? Eu, Guto, mamãe (Maristela), papai (José Reinaldo), meus irmãos Michel e Marcus, minha irmã Michella, cunhado Alexandre, cunhadas Renata e Ana, e sobrinhos Eduarda e Vinicius.

A minha segunda família é a do Guto, a “Dilem” e a “da Silva”. Lembro até hoje o dia em que conheci cada integrante. Estava na minha casa de praia em Praia Grande e fui para Marataízes com Guto para fazer o primeiro contato. Demorei mais ou menos uma hora para escolher a roupa e definitivamente fiz a pior delas. Fui com um vestido verde abacate. Que horror. Isso foi em janeiro de 2006. Ainda bem né, já faz tempo.

Em Marataízes dei de cara não só com a “família” do Guto, mas sim com a “grande família”. Além de pais e irmãos, quase todos os parentes dele estavam lá. Queria virar um tatu e me enfiar no buraco. Mas, ok, o jeito foi enfrentá-los. Enfrentar no bom sentido viu, amo essas pessoas. Agora, passados mais de quatro anos, me considero uma filha da Marilene e do José Carlos, e irmã do Dudu, Fernando e Lívia. Não posso deixar de somar nessa conta a Fernanda, noiva do Fernando e minha querida amiga, e o Wagner – namorado da Lívia -, que chegou na família recentemente.

Resolvi postar este texto só para demonstrar o amor que sinto por cada uma dessas pessoas. É bom acordar e sentir que tem alguém do outro lado que pensa com carinho em nós. É bom levantar da cama e saber que tem alguém que espera uma ligação sua. É bom ver o amanhecer do dia e ter a certeza de que não estamos sozinhos nesse mundo que parece não ter fim. Amo muito cada um de vocês.
[Na foto, tirada no meu primeiro noivado, estão minha sogra e minha mãe.]

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Eu já nem sei quando estive sozinha


Hoje acordei com os olhos cheios de lágrimas e com o pensamento bem longe. A razão eu desconheço. Pode ser porque ando um bucado insegura e com medo de não conseguir resolver os “problemas”. A sensação de ver os dias passarem rápido (e o casamento se aproximar) também deve estar me deixando assim, esquisita. Ou então, pode ser apenas um exemplo daqueles momentos em que as “noivas” ficam desconectadas com o mundo.

Com medo e dúvidas, ainda assim, sei que alguém vai segurar na minha mão no exato segundo em que eu acreditar ser incapaz de fazer do dia 18 de setembro o melhor dos últimos anos. Chella, minha irmã gêmea, é a dona de tamanha bondade. Chella é alma gêmea, amiga, mãe em alguns momentos, companheira e cúmplice. Curte comigo cada escolha, cada decisão. Obrigada, irmã.

[A foto foi no casamento da Chella, em 2006. Eu fui porta-aliança. Dia de pura alegria.]

domingo, 25 de abril de 2010

Não existe receita


Às vezes me pergunto por que escolhi o Guto para namorar e casar. Noivar ainda não (por enquanto pulamos esta etapa). E, sinceramente, não encontro uma resposta. A sensação que tenho é de que Papai do céu soprou no meu ouvido que essa era a escolha certa. Eu, nem um pouco boba, guardei a dica e aqui estou com meu namorido. Faltando pouco tempo para o nosso casamento, este mês participamos do encontro de preparação de noivos. Foi nos dias 17, 24 e 25 de abril, na comunidade São Francisco de Assis.

As primeiras horas do encontro foram difíceis, mas não impossíveis de se viver. Olhares perdidos, sorrisos singelos, abraços tímidos e comentários no pé do ouvido. Entre tantos gestos, percebi que não tinha como fugir e que aquele era o momento de trocar experiências. É claro que não é fácil para ninguém ficar horas e horas ao lado de pessoas que você nunca viu e discutir sobre assuntos diversos. Mas também, convenhamos, não é um bicho de sete cabeças e nem mesmo de seis.

Um dos momentos mais engraçados foi quando tive que falar como o Guto me chama. Foi uma lista de apelidos no diminutivo: bonequinha, batatinha, formiguinha e por fim Chelle. Leia-se: tudo aquilo que é pequeno é relacionando ao meu nome. Quem manda ser pequena e invocada! O resultado dessa confissão de apelido, obviamente, foi gente dando risada da minha cara.

Especial também foi o dia (24/04) em que mamãe deu o ar das graças no encontro. Convidadas para participar do “curso” e compartilhar com os noivos algumas experiências, as mães mostraram o quanto são fonte e exemplo de vida. E Dona Maristela, minha mãezinha, me encheu de orgulho e não perdeu a majestade. Toda participativa, ela deixou claro – mais uma vez – como deseja essa união e como está o tempo todo ao nosso lado.

O dia 25 foi o mais legal, mas também o mais cansativo. A programação? Missa com procissão dos noivos, orações, músicas, palestras, palestras e palestras. Entre tantas dicas de como deve ser um casamento, a última - quando os ponteiros do relógio já sinalizavam 16h30 - foi a melhor: não existe uma receita de bolo. Somos nós, eu e Guto, responsáveis por escolher os ingredientes e a quantidade de cada um deles. O bolo, se vai crescer ou não, é outra coisa.

[Confesso que quando marquei a data da preparação de noivos achei que seria desastroso. Mas até que não foi. Mesmo tendo muitas atividades em casa, alguns casais por acreditarem no sacramento do casamento doam parte do dia para estar ao nosso lado. Impressionante como eles estão sempre com um sorriso no rosto e certos de que o que Deus uniu o homem não separa. ]

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Só podia ser ela



Ufa, que cansaço. Hoje foi dia de sair com minha sobrinha-afilhada para escolher o vestido de daminha. Ela, claro, estava mais do que entusiasmada. Eu também esperei muito tempo por essa data, mas admito que só não estava mais feliz porque o meu cunhado (e padrinho de casamento) está no hospital. Sei lá, é como se não me sentisse no direito de estar como gostaria. Mas bom, ele está melhorando e logo vai estar de volta (estou na torcida Dudu). Ah! Também não fiquei ainda mais animada porque minha irmã Chella estava trabalhando e por isso não deu pra formar o quarteto (eu, Duda, mamãe e ... Chella). A cena seria daquelas em que quatro crianças se reúnem para uma tarde de chá de boneca.

Na loja, pedi logo o que queria. Olhei, Duda provou e eu não gostei. Desisti da primeira ideia. Nem tudo que a gente imagina fica bem no corpo. Raiva!! Revirei um cabideiro inteiro e achei um vestido maravilhoso. Duda vestiu e ficou encantada. Sorriso no meu rosto, no da Duda e no da mamãe. Para tirar a prova dos nove pedi para ver outro modelo. Ai chegou o momento que eu não queria: a dúvida. Mamãe gostou das duas peças e eu só da primeira. Enquanto pensávamos, como passe de mágica a Chella me liga. Salvou a pátria. Tirei foto dos dois vestidos e mandei para ela por torpedo.

Dez minutos e resolvemos ficar com o primeiro modelo. A opinião da trupe sempre vale muito pra mim. Tirei outras fotos da Dudinha e fechei o contrato. Mais um ponto pra mim. O dia continuou com uma passada no parque para Duda brincar e depois um almoço. Foi bom, só não foi melhor porque como já disse meu coração estava com meu namorido e a família dele.

[Chella, essa é primeira e última vez que você não sai comigo. Definitivamente não dá. Complicado demais ficar sem você. Sorte sua – e minha né – que existe celular com câmera. Humpft! ]

domingo, 18 de abril de 2010

Menos um mês

Hoje o céu acordou mais azul e o sol com brilho mais intenso. Cena imaginada por mim e bem longe de ser verdade – o tempo não está tão bom assim na Grande Vitória - tem explicação pra ser. Afinal, dia 18 de abril significa que faltam só cinco meses para meu casamento. Nem posso acreditar !!!

Conto os segundos, minutos, horas e dias de maneira que não me canso. O que mais quero é que chegue logo, por favor. Tenho pena da minha família e amigos que me aguentam falando nisso o tempo todo. Também pudera, parece que o dia tem 48 horas e não 24 horas como se acredita.

[Falando em casamento dedico a data de hoje aos meus amigos Carol e Fernando. O casal faz um ano de casamento. Dia perfeitinho.]

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Anjos da guarda



Cada um tem uma explicação para ter escolhido esse ou aquele padrinho de casamento. Eu, sinceramente, conclui que não há uma razão única e sim um conjunto de fatores. Como no meu círculo familiar e de amizade existem muitas pessoas queridas, cheguei a ficar maluca para não errar. O que eu queria mesmo, e acho que consegui, era convidar um representante de cada “grupo” para ficar ao meu lado no altar.

Passei alguns dias rabiscando os nomes em uma folha e no dia 11 de abril dei o ok final. Os meus padrinhos são: irmão Michel e cunhada Ana, cunhado Alexandre e prima-irmã Lidiane, tio-padrinho Gelson e tia-madrinha Teresa, tio-primo Sérgio e tia-prima Gleisse, e cunhado Wesley e amiga-irmã Cecília. Os do lado do Guto são: irmão Dudu e prima Rebeca, tio Valentim e tia Dalva, tio Paulo e tia Tânia, tio Ibson e tia Silvana, e amigos Bernardo e Isaela.

Pronto, casais formados. Faltava, então, fazer o convite de uma maneira especial e única. Como eu não sou fácil, comprei mini mini suculentas, leia-se cactos, e decorei cada uma delas para dar de lembrança. Ah! E escrevi um cartão com os dizeres:

Nosso pedido? Que vocês sejam nossos padrinhos de casamento.
Por quê? Vocês são especiais.
Quando? Dia 18 de setembro de 2010.
Nosso sonho? Cultivar o amor para sempre*.

“Foi o tempo que perdi com a minha rosa que a fez tão importante.”
Antoine de Saint-Exupéry

Carlos Augusto Dilem e Michelle Melo

A prova de que fiz a escolha certa foi sentir a emoção de cada um deles quando fiz o pedido. Como é bom! Convite feito, convite aceito. E que venha o casamento!!

[Amigos e familiares, espero que se sintam representados com esses casais. Se pudesse aumentaria o tamanho do altar e colocava todos vocês pertinho de mim. E lembrem-se: amo vocês.]

Gostosuras


Data, vestido e igreja foram devidamente selecionados e escolhidos. O meu próximo quesito era o doce, que querendo ou não é o meu favorito. Não consigo ir a uma festa e deixar de saborear alguns dos bombons e, claro, BOLO DE CASAMENTO. Sou mesmo apaixonada!

Fechar o contrato dos doces foi super tranquilo. Desde o casório da minha irmã eu me identifiquei bastante com a Rosana Charlotte e não pensei duas vezes em fazer com ela. É claro que rodei um pouquinho em outros lugares para me certificar de preços, mas voltei no ponto inicial.

Decidir pelos sabores dos bombons e do bolo é que complicou. A cena da minha patota, assim como a do vestido, foi hilária. Se não fosse feio comeríamos todas as guloseimas e ainda faríamos coro de bis. Eita gente formiguinha.

Já o cerimonial me deu mais trabalho. Eu queria um que "fosse a minha cara". Fui a vários lugares e deixei reservada a data na Amages. O único problema é que todos os outros serviços ficavam praticamente o dobro do preço por conta do tamanho do espaço. Resolvi pensar melhor.

Encontrei o Cerimonial Cristalis, bem pertinho da minha casa. Nesse dia estava só eu e mamãe e conversamos mais de duas horas com os donos do local, que são fantásticos. Eu tenho um defeito, confesso. Se eu não gostar dos proprietários não assino contrato nem por reza. Nesse caso foi totalmente diferente. Amamos o local, o serviço e os donos. Minha mãe queria até que eu acertasse tudo naquele exato momento, mas ainda precisava do respaldo do Guto e da Chella. Eles gostaram e eu ganhei mais um ponto.

[Só um comentário. É incrível como todos os meus textos tem a palavra “escolha”. Como é que se organiza um casório sem ter que passar segundos, minutos, horas e dias em uma completa maratona de decisões?!]

sábado, 10 de abril de 2010

Só detalhes

Eu preciso compartilhar esse momento com vocês. Nesta sexta-feira, dia 9 de abril, cheguei do trabalho acompanhada do Guto e dei de cara com mamãe no meu quarto. Por um segundo fiquei sem entender. Ela me entregou um cartão com lindas palavras e uma nota fiscal sugerindo que eu ligasse para uma loja e solicitasse a entrega de um colchão e dois travesseiros.

Ganhei presente, e surpresa. Pode parecer bobeira, mas nesse momento me senti o centro do universo e percebi o quanto o casório está chegando. E olha que faltam uns cinco meses. A semana não se resumiu nisso. Na quinta-feira, 8 de abril, outra surpresa. Minha cunhada Ana me deu um jogo de banheiro de quatro peças PB, minhas cores prediletas. Parafraseando um querido amigo, puro luxo!

É por essas e outras que não canso de dizer o quanto minha família e amigos são fundamentais e o quanto me fazem felizes. São detalhes, muitas vezes representados por gestos simples, que fazem a MINHA vida valer cada minuto. Amo muito cada um!

terça-feira, 6 de abril de 2010

O lugar do sim

Em algum momento da vida acredito ter pensado que não seria difícil escolher a igreja que me casaria. Afinal, fui praticamente criada na São Francisco de Assis, considere aí Primeira Eucaristia-Crisma-Grupo de Jovem e outras coisitas. Mas não foi assim. Rodei bastante até assinar as papeladas.

Certa manhã de sábado eu e meu namorido (atualmente o chamo assim) fomos à secretaria da igreja para marcar a data e resolver tudo relacionado a documentos. Foi chegar lá, claro, para dar de frente com a lista de regras do que pode e do que não pode. Eu já sabia que esse momento não seria tranquilo porque quando minha irmã casou vivenciei todas as torturas possíveis da organização de um casamento.

Desisti de casar onde sempre desejei. A saída foi agendar na Igreja Reis Magos, que fica em Nova Almeida (um sonho de lugar). Lá, até pelo que sei, não tem exigências. O meu problema agora era não concluir que meus convidados me matariam se fizesse cada um deles sair de Vitória ou Vila Velha e se despencar para lá. Mamãe disse que ninguém ficaria chateado, mas ainda assim tentei encontrar outros meios.

Na altura do campeonato já tinha tirado a patota do sério tamanha a dúvida que eu tinha. Depois de muito matutar, pensei: e se marcasse na Igreja Santa Rita onde fui batizada? Era isso. Mamãe foi lá para buscar meu batistério como quem não queria nada e descobriu que a data estava vaga. Eu não estava junto e fiquei sabendo da novidade por telefone. Eu pulei de alegria e logo tratei de passar a informação ao Guto. Estava tudo resolvido. Que nada! Na Igreja Santa Rita, assim como em outras, tem regrinhas diferentes. Aff, pra quê tudo isso?!

Aqui ou acolá, abri mão de algumas coisas e fui ser feliz. Marquei o casamento na São Francisco de Assis, a primeira igreja que visitei e que no início da busca achei ter perdido a chance. Ponto pra mim.