domingo, 15 de agosto de 2010

Meu chá do relógio







Mulheres reunidas











Diversão total
















Brincadeiras
















Chá do relógio, fantástico!!!

O dia começou bem cedo e com a família toda envolvida na organização do chá. Corta pão, faz patê, busca bolo, arruma mesa, decora salão... E assim as horas passaram e o tic tac marcou 16 horas. Era o momento de receber mãe, irmã, sogra, cunhadas, tias, primas e amigas em uma tarde perfeita.

Quando vi a turma toda reunida fechei os olhos e agradeci a Deus. Jamais vou esquecer. Como é bom sentir o carinho das amigas e perceber, pelo menos por um segundo, que você faz parte da história delas. Pessoas que deixaram a rotina de lado e se aventuraram numa brincadeira animada e descontraída. E bota divertida nisso.

A minha maninha caprichou em todos os sentidos. Não tem dinheiro que pague o que ela fez. A maior das engenhocas foi o ventilador que se transformou em relógio, responsável por dar o tom da festa. Dependendo da hora marcada lá vinha pagação de mico pra mim. A bonita aqui acabou o dia cheia de adereços. Porém, o jogo não teve só a minha participação. Se as convidadas pisassem na bola quem ganhava uma fantasia eram as próprias. Ah!!! Carol, Ana Claudia e Nessa, vocês me pagam. Além, é claro, da Chella. Vai ter troco.

Bom, estou tão feliz que não consigo escrever direito. Foi tudo perfeito. O bolo era lindo e gostoso. A mesa do chá da tarde encantadora e delicada. As lembrancinhas, um mimo para as minhas amadas. E sem falar nas estrelas da reunião de mulheres, mamãe e Chella. Como amo e agradeço esta patota pelas horas dedicadas. Peço até perdão caso o meu “muito obrigada” não seja suficiente.

Já o cunhado Xande, tadinho, me pegou pra criar... rsrs. Ele me ajuda em tudo. O meu chuchu Guto surpreendeu, esteve sempre ao meu lado. Sem contar as vibrações positivas transmitidas pelo papai. Ele não conseguiu estar presente fisicamente por conta da cirurgia, mas o coração estava comigo. Também não posso esquecer da Lu que contribuiu nos quitutes. Cumpriu todos os prazos e fez bonito na cozinha.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Dias e dias

Serviço de caligrafia dos convites pronto. Preparativos do chá relógio em ritmo acelerado e uma cansativa e gostosa busca por um apartamento para alugar. Os últimos dias foram assim, cheios de tarefas a serem cumpridas. E estão sendo. Eu, Guto e a patota todos em movimento para deixar os dias 14 de agosto e 18 de setembro perfeitinhos.

Como ando bem maluquinha acabo esquecendo de contar as novidades aqui, mas vou tentar. Na segunda eu e Guto resolvemos ir a Vila Velha buscar os convites, mas foi impossível. A cidade estava congestionada por conta de um assalto no Centro que resultou em morte. O jeito foi voltar para casa. No outro dia contratei um motoqueiro para ir lá. Prático e eficiente.

Na quarta, nada de ficar de molho. Era hora de perambular pelas ruas e encontrar um lar temporário. Em cada apartamento olhares conversavam em silêncio (perdoe-me o trocadilho) em busca de uma resposta. O trabalho durou umas quatro horas até que chegássemos a uma conclusão. Como não quero criar expectativas, provavelmente vamos morar em Jardim da Penha. Provisoriamente!!! Não vejo o dia de entrar com o pé direito na minha (nossa) verdadeira casa.

E, como não posso deixar de falar, o maior tumulto da semana ficou por conta do chá. A minha irmã está numa ansiedade tão grande que já está passando mal. Também, tadinha, muita coisa sobrou pra ela. Eu, de alguma forma, estou tentando colaborar. Mas o fato mesmo é que estou preocupada com o tamanho da vergonha que vou passar. Sei que a Chella apronta. Uma taça de espumante me faria bem!!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Madeixas

Os dias não são mais os mesmos. Toda manhã acordo com o coração apertado e a cabeça longe, cheia de parafusos tortos. Claro que é em função da grande vontade do casamento chegar. Para diminuir um pouco esta ansiedade decidi que o fim da tarde desta quarta-feira seria dedicado ao enlace.

Depois do trabalho peguei uma carona com minha colega Janaina e fomos para a Sônia Noivas. Nós duas, juntas, escolhemos algumas peças de cabelo para fazer o teste do meu penteado. O coração ficou mais leve, acreditem. No sábado devo ir ao salão para mostrar para a cabeleireira.

domingo, 1 de agosto de 2010

Cada coisa na sua vez


Esta semana foi mais uma daquelas. Diariamente troquei figurinhas com minha irmã e minha mãe na tentativa de resolver as coisas do casamento. Entre as tarefas, vou contar algumas aqui. No último domingo fui entregar os convites do chá relógio para algumas das amigas. Funcionei como um despertador. Sim, eu cheguei bem cedo. Essa é a vida de quem vai casar.

Na quinta-feira foi dia de se reunir com o decorador para acertar alguns detalhes. No encontro a patota foi junto. Para não ter erro, o Elias (decorador) fez o protótipo do arranjo da mesa dos convidados para que eu aprovasse. Decidimos também como será a decoração da mesa de doce, salão de entrada e mais outras coisitas.


Na mesma reunião, por um milagre, eu defini o modelo do meu buquê. Estava definitivamente enrolada com este assunto. E para variar, ainda tive que escolher dois modelos porque corro o risco da flor não chegar. Mas tudo bem, qualquer um vai ficar lindo.

No sábado, por fim, foi a vez de andar pra lá e pra cá com minha irmã para comprarmos as coisas do chá relógio. Eram muitas as pendências: lembrancinha, painel decorativo, mesa dos convidados, comes e bebes e etc. Haja cabeça para lembrar disso tudo. Fora que nos outros dias a Chella ficou horas no computador planejando as brincadeiras do chá. Dessa vez não deu para ajudar.

Ah! E já não bastasse a minha ansiedade, mamãe colocou no meu espelho um calendário dos meses de agosto e setembro com o título: contagem regressiva para o casamento. Eu tive que rir. Bom, nos próximos dias atualizo mais o blog. Ando com muita preguiça.

[O post de hoje é para a tia Dalva - tia do Guto que roubei pra mim. Ela, que é muito querida e madrinha do lado do noivo, fez uma cirurgia e está se recuperando. Vai dar tudo certo. Força tia Dalva!!]

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ala feminina


Uma reunião entre mulheres ao som do tic tac. Assim vai ser o dia 14 de agosto, data em que será realizado o meu chá-do-relógio. Nada de chá de cozinha, chá bar, chá ferramenta ou chá de lingerie. A regra aqui é mexer com a imaginação das meninas e fazer da tarde de sábado um momento de brincadeira, de descontração.

Funciona assim: em cada convite tem uma hora determinada e você vai me presentear com algo que eu possa usar neste período do dia. Pode ser algo para a casa, para o trabalho ou para o casal. Não é complicado, é só pensar um pouquinho.

Vamos aos exemplos. Quem ficar com a meia-noite pode dar uma máscara para dormir, conjunto de lingerie ou óleo de massagem. Ou então, se no seu convite está escrito 15 horas, você pode escolher um bule de café. Se for 20 horas, uma pantufa para o casal; 6 horas, bandeja para café da manhã; e 7 horas, tapete para banheiro ou conjunto de xícara para o casal...

Então garotas, anotem na agenda: dia 14 de agosto, às 16 horas. O convite já ficou pronto e vou entregar ainda neste final de semana. Só lembrem, por favor, de confirmar presença. Beijo.
Não posso deixar de agradecer a minha irmã, que tem dado toda a atenção para a organização deste evento. Já perdeu horas e horas buscando inspiração na internet. Até brigar nós já conseguimos por conta do chá. Não que isso seja uma novidade...rsrs. E claro, um beijo especial na minha mãe querida. Junto com a Chella tem dado ótimas idéias e será peça fundamental no dia. Mãezinha é assim, colada na cria. É por isso que amoooo.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Lista de Presentes

Queridos,
como algumas pessoas pediram segue abaixo a lista de presentes. Colocamos na Dadalto e na Eletrocity. É apenas uma sugestão, considerando que só podíamos optar por aquilo que há nas duas lojas. Ah! Para entrar no link é necessário colocar o nome dos noivos. [post da Chelle]

www.eletrocity.com.br (Michelle e Carlos Augusto)

http://www.listasdadalto.com.br/cgi-bin/lista.pl?acao=montaTelaMenu&lista_id=100433913

domingo, 18 de julho de 2010

Pouco tempo. Faltam dois meses!


Hoje é domingo, 18 de julho de 2010. E isso significa que só faltam dois exatos meses para o meu casamento. Eu sempre achei que essa data fosse mexer comigo e de fato isso está acontecendo. Eu já comecei a entrar em pane e o estresse está bem alto. Não passo uma semana sem brigar com o Guto ou com alguém da patota. Se eu pudesse fecharia os olhos e ao acordar já seria 18 de setembro.

Sei que não é fácil aguentar uma noiva medrosa e principalmente perfeccionista. Ninguém merece ter que me ouvir falar dez vezes a mesma coisa. Não é interessante receber inúmeras ligações pedindo para saber se dessa forma ou daquela é melhor. Não é bom mesmo, eu assumo. Mas não faço por querer. Nunca me senti neste estado. O casamento não sai da minha cabeça.

Tem dia que dá vontade de pegar na mão da minha irmã e da minha mãe e prendê-las no meu quarto para conversarmos sobre esse tal de enlace. Eu confio demais nessas mulheres, mas ao mesmo tempo acabo deixando as duas nervosas comigo tamanha é a minha chatice. A minha cabeça está dando um nó.

Quando paro para pensar que daqui a alguns dias vou estar casada e morando sem meus pais meus olhos se enchem de lágrimas. Será que eu posso levá-los juntos? Quando reflito sobre a possibilidade de passar alguns dias longe da minha irmã meu coração aperta tanto que chega a me faltar ar.

E o que falar da ausência do barulho que o meu irmão faz de madrugada? Ou então das perguntas sem pé nem cabeça? Rsrs...O meu outro irmão já mora fora de casa há muito tempo, porém vou sentir falta também. Aqui em casa sabia que podia dar um grito que ele vinha correndo.

Todos são assim, especiais e já estão me deixando com saudade. No entanto, é preciso mudar e seguir a caminhada. Enquanto o dia do casório não chega é bom tratar de resolver o que falta. Então, vamos que vamos.

sábado, 17 de julho de 2010

Finde movimentado – Apartamento e convite

Hoje eu e Guto tiramos o sábado para ver alguns apartamentos para alugar, já que o imóvel que compramos só fica pronto em 2012. Olhamos oito, e nos apaixonamos por um. É claro que tinham outros bons, mas achamos caros para o tamanho. E o escolhido, até o momento, está bem na balança.

O mais interessante de tudo é que a cozinha já tem um bom armário, assim como o banheiro. E fora que tem espaço para o meu filhote Tico andar pra lá e pra cá sem ser pisoteado por nós. Outro ponto positivo é que o apartamento é bem iluminado. Mas, muita calma!! Mesmo com tanta coisa boa, ainda não resolvemos se vamos ou não fechar contrato. Iremos pensar mais um pouquinho.

Ah! Depois de passar horas entrando e saindo de edifícios, ganhamos fôlego para cumprir a outra meta do dia. Fomos entregar os convites para a calígrafa. Horas bem movimentadas e felizes para essa noivinha aqui que não vê a hora do casamento chegar.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Você é meu convidado

Pessoal,

Hoje passei só para dar mais uma notícia: os convites do casamento chegaram. São lindos!!! Fiquei orgulhosa de mim e do Guto. Como estou muito cansada do trabalho não vou escrever muito, mas garanto que em poucos dias vocês vão estar com um deles.

O momento agora é de enviar os convites para a calígrafa. Ela será a responsável pelo toque final. Depois é só distribuir um por um e curtir este momento único. Vou ter que percorrer alguns quilômetros, já que muitos dos convidados são de Cachoeiro de Itapemirim. Estou ansiosa por isso.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Casamento civil agendado: 27 de agosto


Esta última semana foi movimentada. Em poucos dias tive que resolver muita coisa do casamento. Isso sem contar que meu pai estava internado e Guto fora do Estado por dois dias. Precisei me dividir em três para dar conta da lista de pendências. Guto, assim que chegou de viagem me ajudou.

A minha maior dor de cabeça foi o casamento civil. Por alguns momentos achei que não daria mais tempo de subir ao altar. Eu, simplesmente, esqueci que na minha igreja é obrigatório casar no civil quinze dias antes do religioso. Tanto tempo assim de diferença é para que dê tempo de fazer o juramento com o padre.

E já não bastasse o meu nervosismo por conta do prazo, o Guto ainda me surpreendeu ao dizer que desde 1990 não tinha mais a certidão de nascimento original. Para os desinformados de plantão, de preferência aqueles que nunca pensaram em casar, este documento é obrigatório.

Assim que recebi esta noticia desabei a chorar. O Guto não acreditou na minha reação. Não chorei para fazer drama e muito menos para deixar qualquer pessoa magoada ou brava. Eu só derramei lágrimas e lágrimas pelo simples fato de pensar na possibilidade de ter que desmarcar tudo. Mas um anjo caiu do céu (minha cunhada querida Lívia) e me ajudou a resolver o problema. Ela conversou com a minha sogra e descobriu que a tal certidão estava guardada, assim como uma mágica. Oh raiva e alívio que senti em exatos sessenta segundos.

Depois de conseguir o documento, o jeito era encontrar um cartório para fazer o processo em curto prazo. Liguei para váriossss lugares e achei. O cartório Sarlo, em Vitória, salvou a minha vida e o meu casamento. Rrsrs. No mesmo dia pedi ao Guto para ir lá. Ele entregou a papelada necessária e agendou o dia do casamento civil. Será no dia 27 de agosto. Iup!!!

Nesta confusão generalizada eu só não fiquei pior porque minha amiga de infância - e para todas as horas - Helen me socorreu no mínimo umas dez vezes. Eu ligava para ela toda hora para pedir help. É que essa bonita aí trabalha no cartório de Laranjeiras e está por dentro de tudo. Não sei o que seria de mim sem esta friend. Obrigada!!!!

Nos últimos dias decidi outros detalhes deste tão sonhado enlace, mas minha cabeça não me permite lembrar neste exato momento. Eu passei tanto sufoco que acho que deu branco geral. O importante é que está tudo sendo encaminhado, mesmo que algumas coisas na correria.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Lembrancinhas – ponto resolvido

Mais uma boa notícia. As lembrancinhas dos convidados chegaram!!! Mamãe me ligou quando estava no trabalho para avisar e eu fiquei muito feliz. Quem viu primeiro a peça foi minha irmã. Ela não perdeu a chance e abriu as caixas para dar uma espionada. Eu mesma só vi no outro dia pela manhã. Conferi peça por peça. É claro que umas cinco unidades ficaram prejudicadas por conta do transporte, mas de maneira geral deu tudo certo. Nesta tarefa Dona Maristela precisou me ajudar. Agora é só esperar o casório chegar para juntar a patota para cuidar dos últimos detalhes da lembrancinha. É pouca coisa, mas como a quantidade é grande dá um bucadinho de trabalho.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Aos poucos o apartamento ganha vida


A coisa tá ficando séria. Eu já tenho comida congelada para quando casar e agora tenho uma geladeira para armazenar os alimentos. Rsrsrs. É presente dos meus queridos sogros, José Carlos e Marilene. Este casal me recebeu de braços abertos desde o primeiro dia em que os encontrei. Marilene sempre disposta a ajudar e atenciosa. Daquelas sogras que temos como amiga, seja para passear ou para pedir um help. José Carlos é o sogro que pedi para Deus. Ele me estendeu a mão quando mais precisei (jamais vou esquecer).

Bom... O presente foi dos meus sogros, mas eu e Guto é que escolhemos o modelo. Fizemos isso nesta sexta-feira. A geladeira é linda. É do jeito que eu queria. É frost free e inox. Vai ficar perfeita na minha cozinha. Tudo bem que vai demorar muito até nós irmos para a nossa verdadeira casa, mas até lá ela vai dar um up no apartamento alugado. O post de hoje é isso. Obrigada sogros pelo presente. Nós adoramos!!! Amo vocês!

[Ah! Hoje não vou escrever muito porque estou cansada e preocupada com a cirurgia que meu pai vai fazer neste sábado. Ele vai colocar uma prótese no fêmur. Sei que tudo vai dar certo, mas é preciso tomar cuidado. Meu pai é um super homem, com direito a capa e tudo. Já, já ele vai estar de volta. Estou na torcida.]

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Sem casa (por enquanto), mas com comida


Sim, eu tenho os melhores pais do mundo. Hoje cheguei do trabalho e encontrei com Dona Maristela na cozinha. Tudo bem, até então não tem nada demais. Ela é uma cozinheira de mão cheia e é comum vê-la nesse cômodo da casa. Mas quando fui olhar o que ela estava preparando percebi que a presença dela ali estava diretamente ligada ao meu casamento com o Guto.

Não entenderam?! Mamãe estava preparando comidas que podem ser congeladas para eu e Guto levarmos para o nosso apartamento, assim que casarmos. Isso mesmo! Pode parecer brincadeira ou coisa de mãe coruja, mas não é. Essa figurinha aí fez isso no casamento da minha irmã Chella com o Xande e resolveu repetir a dose.
Como ela já estava na fase final quando cheguei, só consegui descobrir alguns dos pratos. Sei que tem panqueca e até estrogonofe, com direito a dicas de preparo. Delícia, delícia. Ah!! Eu prometo que não pedi nada disso. Mamãe fez porque achou que devia fazer. É sério!!

O engraçado foi ver meu pai circulando pela cozinha e já com vontade de soltar uma daquelas. E ele fez isso. Não perdeu tempo e foi atrás da mamãe para saber o que era aquela quantidade de marmitas sobre a pia. Quando soube começou a rir. O motivo da risada eu nem sei bem. Quem sabe é porque ele reconhece que as comidinhas são uma ótima pedida considerando que só sei fazer doce. Rsrsrs. O Guto sabe cozinhar bem, mas eu até agora sou um desastre. Bom, viva para a comida congelada!!

[Neste post quero aproveitar e reafirmar o amor que sinto pelos meus pais. Sou uma filha apaixonada pelo senhor Duda (José Reinaldo) e pela senhora Maristela. Essa dupla é responsável por me dar força e por me fazer rir diariamente. Amo vocês para sempre].

sábado, 26 de junho de 2010

Vestido da daminha (a troca)


Mudança de planos. Não sei se estão lembrados, mas há algum tempo postei um texto para contar sobre a escolha do vestido da minha daminha. Pois é, esqueçam. Precisei trocar o modelo, a cor, ou melhor, tudo do vestido. O motivo vocês vão conferir no dia do casamento.

Para resolver o problema fui mais uma vez ao Centro da cidade em busca do vestido ideal para a pimpolha Eduarda, a daminha. Junto, claro, estava ela, minha irmã Chella e mamãe. Como eu já tinha passado por esta experiência, imaginei que fosse fácil. Mas não foi. A Eduarda teve que provar vários modelos até nós decidirmos.

Já estava perdendo a esperança e a paciência. Chella e eu até sentamos no chão da loja para ganhar fôlego. Já mamãe tentava controlar a vontade da Duda de fazer xixi. Toda vez ela resolve pedir para ir ao banheiro na hora de provar o vestido. Rsrsrs.

Depois de uma pequena pausa, a vendedora nos mostrou um último modelo. E foi com ele que resolvemos ficar. A Duda ficou uma bonequinha. Agora sim a entrada dela vai ficar perfeita. Chega de trocas, né?! Ponto pra mim.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Faltam 3 meses!!


Que felicidade! Assim que levantei na manhã de hoje me senti diferente. Eu andava pra lá e pra cá com a sensação de que não estava lembrando de algo muito importante. E foi num piscar de olhos que conclui: faltam só três meses para o meu casamento. É só escrever, pensar ou falar no pouco tempo que falta para subir ao altar que meu coração acelera. Sem exageros e melancolias, claro. Só quem passa por momentos assim deve compreender o peso desse sentimento.

Eu só tenho 26 anos e me caso ao completar 27. É muita informação para minha cabeça. Nunca morei sozinha e nunca passei um mês longe dos meus pais. As minhas viagens mais longas se transformaram em lágrimas na volta. Até mesmo quando viajo com Guto e passo uma semana fora, no terceiro dia já me enfio debaixo das cobertas e choro. Como vai ser daqui pra frente então? Não sei.

O Guto brinca comigo e diz que vou sofrer muito por conta da ausência da minha família. Talvez eu sofra mesmo. Mas ao mesmo tempo vou me sentir protegida por estar ao lado de quem escolhi pra mim. Vai ser bom chegar em casa e ter o abraço de boneca (uma brincadeira antiga de namoro), um cheiro estilo Tico e um beijo, assim como o primeiro da nossa relação. Vai ser gostoso dar bom dia e boa noite para a pessoa com quem vou dormir para o resto da minha vida.

domingo, 13 de junho de 2010

Sim, noivos pela segunda vez!



Amigos reunidos, velas acesas, pratos sobre a mesa, talheres colocados em ordem e taças em sintonia com as bebidas servidas. O cenário montado na casa da minha irmã Michella era, até então, em comemoração ao Dia dos Namorados. Tudo foi planejado para ser uma daquelas datas importantes celebradas entre pessoas queridas. E foi. Mas antes do jantar ser servido algo surpreendeu a todos nós, principalmente a mim. O Guto roubou a cena com um segundo pedido de noivado.

Receber um pedido de noivado já é algo que mexe com qualquer um de nós, mas pela segunda vez foi mais do que surpreendente. O Guto começou a falar e eu fiquei olhando com cara de pastel porque simplesmente não estava entendendo nada. Ele abaixou, tirou as alianças da meia (o melhor lugar que ele encontrou para esconder) e me entregou. Foi uma gritaria. A Michella gritava e tremia, a Carol (amiga/irmã) chorava e os meus cunhados Alexande e Fernando ficaram com caras de bobos.

O Guto me deixou confusa e me tornou a menina mais feliz do mundo. Ele só não tem ideia do problema que nos arrumou porque ficamos noivos entre amigos/familiares, sem nossos pais. E agora não sabemos como contar para eles. Não que isso mude muita coisa. Já estamos de casamento marcado mesmo. O fato, independente de qualquer coisa, é que vamos levar um belo puxão de orelha. Chuchu, obrigada por estar ao meu lado. É para sempre!

Modelito do noivo


Esta semana foi daquelas. Entre a correria da vida profissional, eu e Guto precisamos arrumar tempo para decidir algumas coisas do casamento. Estava quase em pânico quando a vi a lista das minhas pendências. Um dos itens são detalhes, mas daqueles que fazem uma diferença tremenda. Ou seja, tem que resolver e ponto final.

No sábado, eu, Guto e minha irmã Michella fomos escolher a roupa do noivo. Sim, a roupa do noivo. Nada de véu e grinalda, apenas terno, gravata e calça. Antes de chegarmos à loja o Guto já comentava que queria algo diferente. Chegou a cogitar a usar terno azul, assim como o goleiro da seleção Julio Cesar usou no dia seu casamento. Ele só podia estar de sacanagem, e estava né.

Meu Guto se comportou e até ajudou na escolha. Achei que ele fosse deixar a decisão por nossa conta (mesmo que a palavra final seja da mulher...rs), mas opinou e me encheu de orgulho. Entre uma prova e outra chegamos num consenso e fechamos contrato. A roupa ficou perfeita!! Não vejo a hora de encontrar com ele no altar e falar sim. Ponto pra nós.

Acordes


Música é com Guto, admito. É ele quem entende e sabe se uma pessoa toca bem ou não toca. É ele quem sabe se alguém canta bem ou não. Eu posso até fazer comentários, mas não sei analisar a parte técnica que neste caso é fundamental. Então, escolher os músicos da cerimônia religiosa foi um trabalho feito em parceria.

Estudamos alguns nomes de profissionais que admiramos e optamos por um casal (segredo). Escolha feita, contrato assinado. Outro ponto pra nós. Nesta semana, precisei muito da ajuda do Guto para dar conta da demanda do casamento. Definitivamente não conseguia resolver tudo, fazer escolhas, fechar contratos e fazer pagamentos.

O convite

Essa era uma das minhas principais preocupações. Todo mundo sabe que uma gráfica precisa de tempo para confeccionar os convites e a calígrafa mais outros tantos dias para escrever nos envelopes. Se o problema fosse a arte até me perdoaria, mas o problema neste caso era a falta de tempo de ir ao encontro de quem quer que seja e assinar o contrato.

Depois de um bom tempo eu e Guto conseguimos conversar com a Shirley (a mesma que fez os convites da minha irmã) e decidimos o modelo. Logo na saída o Guto comentou: achei que você fosse demorar, mas até que foi rápido. Bom pra nós dois. Após a escolha, ficamos de enviar o texto do convite. Fizemos isso no domingo e já vamos fechar o contrato. Logo, logo todos vocês vão receber o convite em casa. Mais ponto.

Recordação

Fazer ou não fazer? Eis a questão. Sempre fiquei na dúvida entre dar lembrancinha de casamento. Acho interessante, mas ao mesmo tempo acho desperdício se for algo que a pessoa não use. Por mais criativa ou simples que a ideia seja ela pode ser desastrosa.

Depois de muito conversar com o Guto e a patota optamos por uma. Me deu um pouco de trabalho para fechar o contrato porque a empresa não é do ES e eu odeio fazer as coisas por telefone. Como é difícil se comunicar assim. Mas, mesmo com os momentos de raiva que uma noiva passa, deu tudo certo. Já negociei e mandei confeccionar a lembrancinha. Só não posso dar detalhes.

domingo, 6 de junho de 2010

Como comentar??

Queridos, constantemente pessoas me dizem que não conseguem comentar no blog. Então vai a dica: escolha a opção anônimo e escreva o recado. Depois, é claro, você coloca seu nome para sabermos quem escreveu. Rsrsrs. Mas se você tem orkut, também pode escolher a opção google. É só colocar seu login e senha do orkut e pronto. Espero ter ajudado! Beijos.

sábado, 22 de maio de 2010

Sem palavras


Coincidência? Hoje na volta do trabalho comentei com uma amiga que provavelmente não teria lua de mel. Até então eu e Guto tínhamos outros planos e a viagem seria deixada mais para frente. No máximo iríamos para um lugar aqui pertinho para desligar geral da rotina e curtir os primeiros dias de casados. Mas acreditem: estes planos fazem parte de um passado recente. Assim que cheguei em casa minha irmã me ligou e pediu para eu abrir o blog. E olha a mensagem postada:

michella disse...

Chelle e Guto, estamos escrevendo nesse momento para entregar um dos nossos presentes: A lua de mel! Estamos felizes por poder oferecer esse presente a vocês. Pedimos a Deus que abençoe essa união e que vocês possam ser muito felizes. Ah, a Lua de Mel será em Paraty (RJ), na Pousada Dom Ângelo (www.pousadadomangelo.com.br), na Suíte Vermelha.

Vocês vão entrar na Pousada no dia 20/09/2010 e deixarão o belo local em 24/09/2010, isso mesmo são 4 dias de puro lazer, e visitas a: cidade histórica, parques e belas praias de águas claras. Amamos você! Ah, o nosso carro estará à disposição de vocês para a Lua de Mel. Tomara que vocês gostem! Bjos ao casal. Michella (gêmea) e Alexandre (cunhado).
22 DE MAIO DE 2010 20:03

Depois de ganhar um presente como esse (que é acima de tudo uma grande demonstração de amor) fiquei sem palavras. E ainda estou. Chella e Xande, OBRIGADA POR TUDO. Vocês são fundamentais em minha vida. Vocês são meus queridos, amigos, cúmplices, protetores e ANJOS DA GUARDA. Agora sim eu posso dizer: vou ter lua de mel. E olha que é para um lugar que sempre sonhei em conhecer.

Aí vou eu Paraty!!!!

[Na foto: eu e Guto com os protagonistas do dia, Xande e Chella]

sábado, 15 de maio de 2010

Os vestidos da patota

Neste sábado foi o dia da patota se reunir para escolher o vestido da Michella, minha irmã. No carro a conversa era paralela, as três falavam ao mesmo tempo, e todas querendo chegar num denominador comum. Na primeira loja não encontramos nada de interessante. Tudo muito chamativo e pouco bonito.

Na segunda, na Suzana White, entre muitas peças ficamos na dúvida entre duas. Como fazemos de costume, a Chella provou um e eu provei o segundo. Tem jeito melhor de tirar a dúvida de qual vestido levar para casa? Somos gêmeas, ué. Não precisamos de espelho, somos o próprio espelho uma da outra. Quem estava na loja não entendeu nada, claro. Mas como tornamos estes momentos sempre muito divertidos, o pessoal entrou no clima e opinou.

Mão na cintura, olha daqui, olha dali, comentário de cá e comentário de lá, a Chella digitou as senhas do cartão e comprou o vestido. Mais um ponto para mim, ou melhor, para nós. Desde o início do ano estávamos procurando a roupa dela para o casamento, mas não tivemos sorte nesse período. Hoje sim, muita sorte. Minha mana ficou lindíssima e corre o risco de tirar meu brilho. Rsrsrs.

A escolha do vestido da mamãe também não foi fácil. Mas como digo por ai que acho que Dona Maristela nasceu prematura, o dela foi comprado em dezembro. Ela saiu de casa sozinha e foi para a Tons. Achou uma roupa e logo ligou para saber a minha opinião. O problema era a impossibilidade de emitir qualquer “sim ou não” sem ver o vestido. Pedi para que ela tivesse paciência e esperasse eu e a Chella chegarmos do trabalho para confirmar a compra. Horas depois do telefonema, minha irmã foi para lá. Eu, atrasada, cheguei em seguida. Festa de novo. Mamis provou o vestido e nós adoramos. Cheque assinado.

Os detalhes? A cor do vestido da mamãe é castor e o da Chella é fuscia. Entranho, né? Mas na área da moda tudo pode, o que não pode é deixar de inventar.

Quatro meses. Iup!!!


Toda menina tem um livro predileto. Quando pequena, o meu favorito era o da Branca de Neve e os sete anões. Lembro até hoje que ele tinha uma capa toda brilhosa com bonecos em movimento. Era fantástico e mexia com a minha imaginação. Entre quatro paredes, deitada na minha cama, lia e relia a cena do beijo entre o príncipe e a menina cor de neve.

A história era apaixonante, mas no fundo durante boa parte da minha existência não achei viver uma semelhante. Tanto é que por muitas vezes disse para minha mãe que juntaria ou simplesmente namoraria para o resto da vida. Coisa da minha adolescência. Hoje, acredito que o que eu queria mesmo, no fundo, era construir uma família e ter aquela sensação gostosa de chegar em casa e encontrar o marido. Pois bem. Se tinha algo que podia ser coisa de contos de fada, deixou de ser. Tenho sim o namorado que todo mundo sabe quem é e agora falta pouco para a minha história virar realidade. Restam apenas quatro (QUATRO) meses, marcado no calendário, para cuidar dos detalhes da cerimônia e da festa. Entrei na contagem regressiva e não vejo a hora de chegar logo o dia.

Ao contrário do Guto não tenho nenhuma vergonha de caminhar sobre o tecido vermelho. Fui no mínimo cinco vezes dama de honra. Nessa matéria sou PHD. Andar diante de muita gente – cada um com seu modelito festa e com os olhos todos voltados pra mim - só vai me dar a certeza de que enfim estarei realizando o meu sonho. Até acho que vou ficar com as mãos tremendo, mas qual é o problema? Nenhum. Com vergonha ou sem vergonha da minha parte ou do Guto, não dá mais para fugir.

{Só uma observação. Esta semana não é especial só por conta dos quatro meses que faltam para o casório. No dia 16 faz um ano que nós nos reencontramos [época da frase “ela é mulher da minha vida” – eita coisa boa de ouvir]. E mais, no dia 17 é aniversário do meu amor. Então, 16, 17 e 18 são datas para serem comemoradas com uma taça de champanhe e um copo de cerveja, claro.}

segunda-feira, 10 de maio de 2010

E quem um dia irá dizer...



Cof cof, bora postar aqui!

Nunca casei antes, nem em sonhos. Quando pequeno fui pagem por duas vezes. Sempre tive muita vergonha e nunca consegui me imaginar entrando numa igreja para casar. Aquelas pessoas me olhando e sorrindo enquanto atravesso o longo tecido que cobre o chão da igreja sempre me deu vontade de sumir dali. Aprendi desde criança que meninos brincam de carrinho e jogam bola, e meninas de bonecas e casinha. Nunca sonhei com vestidos de noiva. Nem com grandes comemorações nesse sentido. Ser o tema principal da festa nunca foi meu foco. Sempre sonhei em ser médico, psicólogo ou empresário. Aprendi que não dá pra ser somente aquilo que já pensamos ser. Pode ser que apareça algo diferente, um novo desafio! Quem sabe? Ah! já pensei trocentas vezes o que faria se ganhasse uns 10 milhões na loteria! Esses são meus pensamentos mais interessantes. Viajaria, compraria casas e ajudaria a família. Ao final do meu longo planejamento, compraria uma bola de futebol. Sei lá por que! Talvez pra me lembrar daquele menino que tinha vergonha de tudo quando pequeno.

Numa dessas de ter vergonha e de fazer algo que nunca me imaginei fazendo (ser professor de matemática) que conheci por acaso uma colega de sala do Flávio. Aquele amigo desajeitado e engraçado que todos tem, no meu caso é o Flávio. Ela chegou, deu um oi de longe. Respondi oi. bla bla bla da monografia do Flávio... Mais tarde, saindo da aula de sexta feira (tinham 3 alunos da turma de supletivo no ultimo horário) resolvi sair de lá e ir direto para a mesa de reuniões oficial dos estudantes da Grande Vitória, a rua da lama. Chegando lá estavam todos sentados numa área aberta, e estava por chover, quer dizer, choveu! E todos se foram para o outro lado da Rua (eu fui junto) para se sentar numa parte coberta, e nesse rearranjo que acabei conhecendo uma estranha pessoa.

Alguns submarinos depois, saí em busca de um tranquilizante mental. Notaram minha falta... Essa foi a deixa... e bla bla bla caiu! Meses depois percebi que ao lado dela, não teria vergonha de atravessar rapidamente o longo tapete. Como nem tudo são flores nessa vida, em abril do ano passado, reafirmei com toda a convicção. Ela é a mulher da minha vida! Agora é hora de apertar a gravata. Ainda nem escolhi minha roupa, enquanto a patota já acertou quase tudo! [elas são profissionais] Mas a gravata acabo de escolher! Uma pequena gravata de 2 metros que ví no evento CASAR esse final de semana. Servirá para arrecadar fundos para a Faculdade do Tico!

Enfim, ainda não vi sapato, roupa, cueca e nem nada! Concordei com quase tudo até agora! Mesmo porque, o sonho da noiva deve ser intacto! Noivos são coadjuvantes. E acreditem, eles nem disputam o Oscar por isso. Apenas a sensação de ver a mulher da vida deles entrar, vestida de noiva é claro!, pela porta da frente da igreja já faz com que o sonho seja real antes de ser sonhado. E o melhor, Ao vivo!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Isso é vida


Eu tenho duas famílias. Sou uma menina de sorte. Se eu fizer a conta, com apenas 26 anos já tenho um batalhão de gente vivendo ao meu lado e a certeza de que nunca mais estarei sozinha. Uma família, claro, é a minha de sangue. Éramos seis, e agora somos doze. Quem? Eu, Guto, mamãe (Maristela), papai (José Reinaldo), meus irmãos Michel e Marcus, minha irmã Michella, cunhado Alexandre, cunhadas Renata e Ana, e sobrinhos Eduarda e Vinicius.

A minha segunda família é a do Guto, a “Dilem” e a “da Silva”. Lembro até hoje o dia em que conheci cada integrante. Estava na minha casa de praia em Praia Grande e fui para Marataízes com Guto para fazer o primeiro contato. Demorei mais ou menos uma hora para escolher a roupa e definitivamente fiz a pior delas. Fui com um vestido verde abacate. Que horror. Isso foi em janeiro de 2006. Ainda bem né, já faz tempo.

Em Marataízes dei de cara não só com a “família” do Guto, mas sim com a “grande família”. Além de pais e irmãos, quase todos os parentes dele estavam lá. Queria virar um tatu e me enfiar no buraco. Mas, ok, o jeito foi enfrentá-los. Enfrentar no bom sentido viu, amo essas pessoas. Agora, passados mais de quatro anos, me considero uma filha da Marilene e do José Carlos, e irmã do Dudu, Fernando e Lívia. Não posso deixar de somar nessa conta a Fernanda, noiva do Fernando e minha querida amiga, e o Wagner – namorado da Lívia -, que chegou na família recentemente.

Resolvi postar este texto só para demonstrar o amor que sinto por cada uma dessas pessoas. É bom acordar e sentir que tem alguém do outro lado que pensa com carinho em nós. É bom levantar da cama e saber que tem alguém que espera uma ligação sua. É bom ver o amanhecer do dia e ter a certeza de que não estamos sozinhos nesse mundo que parece não ter fim. Amo muito cada um de vocês.
[Na foto, tirada no meu primeiro noivado, estão minha sogra e minha mãe.]